Caso Master pode provocar mudanças na atuação da CVM |
Caso Master pode provocar mudanças na atuação da CVM
Na semana passada, a CVM divulgou os principais achados do Grupo de Trabalho criado para fazer um pente fino nos processos ligados ao Banco Master, à gestora Reag e a Entidades Conexas. Enquanto o Brasil se acabava nos bloquinhos de carnaval, integrantes da força tarefa passaram três semanas debruçados em dados. Foram identificados 314 processos desde 2017, sendo que mais da metade (165) foram originados a partir de denúncias externas.
O estudo identificou as principais falhas de conduta ou fraudes praticadas pela Turma de Master e Reag. Mas o que se depreende de mais relevante, a partir das recomendações do grupo de trabalho, são as falhas da própria CVM no cumprimento de seu papel de supervisora do mercado.
Os 314 processos abertos contra Master e Reag consumiram, ao longo de quase dez anos, horas e mais horas de trabalho dos técnicos da autarquia. Foram incontáveis reuniões, pareceres e recursos que resultaram em páginas e mais páginas de processos — e o efeito foi praticamente nulo. Ninguém foi punido por nada e os gestores e administradores dos fundos e instituições envolvidos seguiram livres para praticar irregularidades.
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