A investigação sobre o Master que o BC não fez (ou não quis fazer)

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A colunista do UOL Natália Portinari identificou a origem dos recursos apresentados por Daniel Vorcaro para adquirir o banco Máxima. Analisando a íntegra de processos na CVM, Natália identificou que Vorcaro distribuiu para suas empresas R$ 111 milhões de lucros obtidos com operações fraudulentas envolvendo desde emissão de debêntures para regimes de previdência públicos à distribuição de resultados do Máxima auferidos com a manipulação de preços de cotas de fundos.

Se o Banco Central na gestão de Roberto Campos Neto tivesse ido a fundo nos números, talvez não tivesse aceitado a explicação de Vorcaro para os R$ 70 milhões apresentados como distribuição de lucros para suas empresas. A operação de venda de controle de Saul Sabbá para Vorcaro foi apovada em outubro de 2019.

Questionado pelo UOL, o BC disse que consultou a CVM na época e que a autarquia não se opôs à venda do controle do Máxima.

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Na época, a CVM já tinha........

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