O quieto paradoxo da democracia
Professora emérita da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, é pesquisadora do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap)
Recurso exclusivo para assinantes
assine ou faça login
benefício do assinante
Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.
benefício do assinante
Assinantes podem liberar 7 acessos por dia para conteúdos da Folha.
Recurso exclusivo para assinantes
assine ou faça login
O último governo eleito antes do golpe militar de 1964 resultou de uma disputa que levou ao Palácio do Planalto um líder populista de direita, Jânio Quadros. O primeiro presidente eleito depois da ditadura foi outro, Fernando Collor. O populismo —especialmente o direitoso— não é incomum na política brasileira, mas algo recorrente. Quem assistir ao ótimo documentário "Caçador de Marajás", de Charly Braun (Globoplay), sobre a ascensão e queda de Collor, não deixará de notar o muito que ele tem em comum —no discurso antissistema e na imagem messiânica do Salvador da Pátria— com personagens tão diferentes quanto Quadros, e, naturalmente, © UOL





















Toi Staff
Sabine Sterk
Penny S. Tee
Gideon Levy
Waka Ikeda
Mark Travers Ph.d
Grant Arthur Gochin
Tarik Cyril Amar
Chester H. Sunde