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Fracasso de militares no governo Bolsonaro frustra suas ambições políticas

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20.04.2022

Há três anos, no começo do governo de Jair Bolsonaro (PL), um grupo de militares de alta patente assumiu cargos no primeiro escalão da gestão federal. A estratégia era mostrar, na prática, como a competência, a disciplina e o conhecimento adquiridos nas Forças Armadas poderiam ser interessantes ao Brasil, uma boa maneira de fortalecer a imagem do Exército, da Marinha e da Aeronáutica.

Passados três anos, a presença do núcleo duro de ministros militares na cúpula do governo se mostrou um fiasco. Todos, em diferentes momentos, manifestaram ambição eleitoral que pode não se confirmar depois de suas trajetórias no atual governo.

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O primeiro a assumir um cargo no governo de Jair Bolsonaro foi o general Augusto Heleno, que chefia o GSI (Gabinete de Segurança Institucional), órgão responsável por zelar pela estabilidade institucional, pela segurança pessoal do presidente da República e por prevenir crises. Mas já em junho de 2020, Heleno não foi capaz de prever os fogos de artifício contra o prédio do STF (Supremo Tribunal Federal) — ou, se soube antes da ameaça, deixou rolar. O ataque contra o Supremo foi uma violência contra a democracia e anunciava outras ameaças que vieram........

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