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Brasil do futebol vive encruzilhada como o do basquete na década de 1990

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28.04.2022

É mesmo espantosa a distância observada por meu amigo e vizinho de coluna, Juca Kfouri, entre a qualidade das semifinais da Liga dos Campeões e a da fase de grupos da Libertadores. Só não é novidade.

Quando Kaká era o melhor do mundo e o Milan, o principal clube da Europa, já era duro o contraste entre as tardes de Champions e as noites de Brasileiro.

Há 15 anos, quando o Brasil teve pela última vez um jogador eleito pela Fifa o melhor do planeta, as semifinais da Liga dos Campeões tiveram dez ingleses, sete italianos e dois brasileiros –Dida e Kaká.

Os semifinalistas eram três clubes ingleses e um italiano.

Neste ano, as semifinais Manchester City 4 x 3 Real Madrid e Liverpool 2 x 0 Villarreal tiveram 44 jogadores titulares, dos quais sete brasileiros, sete espanhóis, cinco franceses e quatro ingleses.

Teve mais brasileiro do que inglês!

No início do espetacular Manchester City x Real Madrid​, havia cinco brasileiros, três espanhóis e dois ingleses. Ou seja, a soma dos nascidos nos dois países sedes dos semifinalistas empatava com o número de brasileiros.

É Liga dos Campeões... da Europa.

Dos sete espanhóis titulares nas duas........

© UOL


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