A maior lição para as empresas no caso da Enel é a comunicação

Escrevo minha coluna de hoje sem luz. E só não estou no escuro porque a concessão do Astro Rei não é da Enel. Se bem que em São Paulo, hoje, o tempo não está de cara boa. E nós, que moramos aqui, sabemos que, se o tempo escurece, vai cair a energia. Mais cedo ou mais tarde, vai.

Foi o que aconteceu hoje comigo. Choveu ontem, acabou a luz hoje. Óbvio.

No vendaval da semana passada, foram quatro dias.

Sakamoto

Ficou mais barato dar golpe graças ao Congresso

Reinaldo Azevedo

Dosimetria pornô está errada no mérito e na forma

Helio de La Peña

Parece que o jogo virou; quem lacra, lucra?

Milly Lacombe

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Mas eu não estou aqui hoje para repetir todos os malefícios que nossa concessionária de luz oferece à cidade. Não vou chutar cachorro morto.

Aliás, se é para encontrar bom humor para fazer chacota, a Enel está mais para a Geni, aquela do zepelim. A diferença é que a dama do Chico tem uma chance de se redimir. "Mas não pode ser Geni, ela é feita para apanhar, ela é boa de cuspir, maldita Geni".

Mas a Geni elétrica de São Paulo perdeu a carona do perdão. Já não dá mais. Não há como desculpar. Ela não vai colocar "o prefeito de joelhos", nem o governador. Nem mais o presidente da República, que hesitava em expulsá-la.

Agora todos cantam a mesma música: administração municipal, governo estadual e até a turma do presidente Lula. Quem vai........

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