Brasil entra em 2026 com moratória de florestas e de decência |
Jornalista de ciência e ambiente, autor de “A Ciência Encantada de Jurema" (ed. Fósforo)
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Quando nenhum fracasso mais rotundo que o da COP30 parecia possível, eis que o país se prepara para engrossar a artilharia contra os próprios pés. Entramos em 2026 com o direito e o esquerdo metidos com convicção na jaca da crise do clima.
O fiasco de novembro em Belém do Pará merece alguma qualificação. Não foram a presidência da cúpula, em que o embaixador André Corrêa do Lago se esfalfou, nem a ministra Marina Silva que falharam.
Foi o Brasil. No ano em que o desmatamento recuou, forças nada ocultas trabalharam para realimentar o aquecimento global com mais carbono de florestas derrubadas.
Melhor nem mencionar a foz do Amazonas, que Lula rifou na véspera da COP30 em que a Petrobras se fantasiava de transição energética justa. Faz tanto sentido usar a renda fóssil para pagar fontes limpas quanto transpor águas do São Francisco para encher piscinas........