Flávio Bolsonaro nacionaliza eleição no RJ ao anunciar palanque

Flávio Bolsonaro nacionaliza eleição no RJ ao anunciar palanque

Pré-candidato à Presidência da República, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nacionalizou a eleição estadual do Rio ao definir o palanque que vai disputar a sucessão do governador Cláudio Castro (PL), seu aliado.

Na tarde de ontem Flávio comandou o anúncio da chapa governista no Rio. Ele escolheu o aliado Douglas Ruas (PL) para disputar a vaga de governador com o prefeito Eduardo Paes (PSD); amarrou aliança com Progressistas e União Brasil —dois partidos fortes no estado— para a vice e uma das vagas ao Senado; e escolheu Castro para a outra cadeira ao Senado.

O movimento de Flávio complica a situação de Eduardo Paes, que tentava atrair o Progressistas para o seu palanque. A aliança vai dar ao PL tempo de TV, verbas de fundo eleitoral e partidário e apoio de prefeitos da região metropolitana e do interior do estado. Além disso, força Paes a buscar o apoio da esquerda, que vai estar com Lula.

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Um interlocutor de Lula diz que o presidente sabe da força do bolsonarismo no Rio e que o PT vai estar com Paes, mas que ele vai precisar dialogar com as outras legendas —PSOL, por exemplo— para evitar que lancem candidatos próprios. E acrescenta que a polarização vai obrigar Paes a se posicionar sobre o cenário nacional.

Já um aliado de Paes diz que ele vai seguir focado em tratar sobre o Rio de Janeiro, sem entrar na discussão nacional. O caminho, afirma, é mostrar que Paes é a oposição ao grupo que está no governo há oito anos e não consegue resolver os problemas do estado, em especial a segurança pública.

Berço do bolsonarismo

O entorno de Flávio aposta na dificuldade de Paes em angariar votos fora da capital e, assim, "repetir 2018", quando ele perdeu o governo para Wilson Witzel. Depois, Witzel sofreu impeachment e seu vice, Cláudio Castro, assumiu, sendo reeleito em 2022.

Mas é justamente este ponto que a equipe de Paes vai trabalhar junto ao eleitor dizendo que os políticos "anti sistema" foram apostas equivocadas.

Eduardo Paes venceu na capital do Rio em 2018, mas perdeu em quase todo o estado.

Berço do bolsonarismo, o Rio de Janeiro tem o terceiro maior colégio eleitoral do país, com cerca de 13 milhões de eleitores —aproximadamente 9% do total do Brasil—, sendo 5 milhões na capital.

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Como candidato à Presidência, o Flavio oferece ao Brasil sua vasta experiência em usar o nome do pai. É o que ele tem a oferecer. 

Augusto de Jesus Ferreira

Deus nos livre desses incompetentes que só querem enriquecer,  entregar o país e lascar o povo.

A Direita é isso aí. Um balaio de gatos onde até a Michelle apita. Depois acusam o TSE e as urnas eletrônicas. 

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