O ICE e sua proximidade com os supremacistas |
Jornalista, atuou nas revistas Veja e Época, foi editora-executiva de O Estado de S. Paulo e é sócia-fundadora da Palavra Escrita Editorial
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Com antecipação, mas sem alento, esta coluna previu o risco de novas mortes na sequência do assassinato da americana Renée Good em Minneapolis, por agentes do ICE, o serviço de imigração dos EUA. Aconteceu com a execução do enfermeiro Alex Pretti no último sábado (24), outro cidadão americano perdendo a vida aos 37 anos, como a própria Renée.
Bastou olhar a escalada da repressão comandada pelo agente Gregory Bovino, cuja truculência também já foi tratada aqui, para concluir que a tragédia se repetiria.
A morte de Pretti, imobilizado e crivado por dez disparos, não deixa dúvida sobre a sua execução. Tinha porte de arma, mas não a sacou. Morreu com o celular numa mão e, na outra, os óculos. Detalhes do seu abate foram mostrados pelo jornal The New York Times, em vídeos analisados quadro a quadro.
Os movimentos de Trump após mais esta tragédia sugerem uma........