O alarme populacional da China, ouvido pelo mundo
Jornalista, atuou nas revistas Veja e Época, foi editora-executiva de O Estado de S. Paulo e é sócia-fundadora da Palavra Escrita Editorial
Recurso exclusivo para assinantes
assine ou faça login
benefício do assinante
Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.
benefício do assinante
Assinantes podem liberar 7 acessos por dia para conteúdos da Folha.
Recurso exclusivo para assinantes
assine ou faça login
Em meio a idas e vindas do tarifaço americano, a China anunciou a sua balança comercial de 2025 com superávit recorde de US$ 1,2 trilhão. Outras boas notícias vieram de lá nos setores de transição energética, carros elétricos, inteligência artificial e desempenho acadêmico. Mas, uma notícia ficou devendo: pelo quarto ano consecutivo, o número de mortes bateu de longe o de nascimentos, e a taxa de fertilidade nunca esteve tão baixa.
Num rápido comparativo: em 2024, nasceram 9,5 milhões de chineses. Em 2025, foram 7,9 milhões, e a queda se acentua. O mundo vive a retração da natalidade a ponto de a ONU avisar que 63 países já atingiram o seu pico de crescimento populacional. Porém, o encolhimento na China é o caso mais desafiador.
Busca-se um "baby boom" a qualquer preço. O líder Xi Jinping compara ter um bebê a um ato patriótico. O ciclo menstrual........
