Vaginose: como um probiótico ajuda a acabar com esse problema malcheiroso

Vaginose: como um probiótico ajuda a acabar com esse problema malcheiroso

Este assunto cheira mal: vaginose bacteriana, algo que uma a cada quatro brasileiras teve, tem ou terá. É quando a vagina deixa de ter seu aroma característico, perfume de mulher. Quem já fariscou o problema descreve o odor, diferente e indesejável, como o de um peixe podre.

O fedor surge acompanhado de um corrimento acinzentado e, como a vida não imita a arte do cinema, nesse enredo os tons de cinza são estraga-prazeres porque podem criar, além de constrangimento, um ardor. A secreção, às vezes, forma bolhinhas, como se espumasse. Não deve ser a melhor visão do mundo.

O que está por trás são bactérias que vivem por ali mesmo, na própria vagina. Mas, na população de microrganismos que habitam normalmente essa região tão íntima, elas deveriam ficar em minoria. A principal causadora de vaginose é a Gardnerella vaginalis, capaz de crescer diante de qualquer coisa diferente na rotina.

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"Estudos mostram que 40% das 'infecções' vaginais são vaginoses", conta a ginecologista e obstetra Thalita Domenich, médica da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, que também atua há 11 anos como consultora da Libbs Farmacêutica. "As pessoas sempre se lembram da candidíase, que é causada por um fungo, talvez por ela ser mais inflamatória e, daí, coçar muito. Mas, na verdade, a vaginose é bem mais comum. Ela não provoca coceira. Geralmente, a mulher busca ajuda por causa da quantidade de corrimento e pelo cheiro mesmo."

Algumas nem fazem isso ou demoram para ir ao médico por pura vergonha. Sentem-se péssimas, achando que exalam falta de higiene (a ironia é que a água de duchas vaginais provoca vaginoses, assim como o excesso de sabonete e tudo o que tiver perfume, se encostar ali, ali mesmo). Ou pior: muitas vezes acham que estão com uma infecção sexualmente transmissível, que ainda associam à promiscuidade.

Um probiótico para........

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