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Febre amarela: ela se aproxima com força de metrópoles como São Paulo

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28.04.2026

Febre amarela: ela se aproxima com força de metrópoles como São Paulo

Será que, um dia, o vírus da febre amarela conseguirá atazanar os mais de 20 milhões de habitantes da Grande São Paulo e a população de outras metrópoles brasileiras?

Sem querer ser alarmista, a pergunta faz sentido, embora a última vez que esse vírus apresentou transmissão urbana tenha sido lá atrás, na cidade de Sena Madureira, no Acre.

Mas agora, com a publicação de um estudo realizado na Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo), o qual mereceu destaque na capa da edição deste mês da revista científica Nature Microbiology, eu diria que a pergunta que abre este texto se torna bem pertinente.

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Os pesquisadores fizeram uma investigação cuidadosa no Parque Estadual Alberto Löfgren, um fragmento de 186 hectares de Mata Atlântica no município paulistano. Vizinho de outro parque estadual, o da Cantareira, 40% de toda a área do Alberto Löfgren recebe visitantes. Para ser precisa, 1,6 milhão de pessoas por ano. Ora, esse cinturão verde de São Paulo inclui, por exemplo, o Horto Florestal e o Polo Ecocultural, com suas trilhas e áreas de esporte radical.

Vale lembrar que foi bem nesses dois parques que, entre 2017 e 2018, a febre amarela dizimou milhares de macacos-búgios. A espécie quase não é mais vista na região.

Os cientistas da USP resolveram fazer desde a vigilância de........

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