A estratégia do dono da Refit para anular ofensiva do governo
A estratégia do dono da Refit para anular ofensiva do governo
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Quase seis meses depois da Cadeia de Carbono, que interditou a refinaria Refit de Ricardo Magro, o empresário busca na Justiça a invalidação da operação conjunta da Receita Federal, Ministério Público do Estado de São Paulo e da ANP (Agência Nacional de Petróleo).
Para isso, Magro quer mostrar que os laudos da agência não eram conclusivos sobre os combustíveis apreendidos e que a Receita Federal "fabricou" documentos.
A Refit é alvo do governo, que o aponta como uma das maiores sonegadoras. Magro nega e afirma que a Refit contesta autuações do fisco —a maioria segue judicializada.
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Nesta semana, Lula pediu ajuda a Donald Trump, presidente dos EUA, para repatriá-lo. O dono da Refit mora em Miami, na Flórida.
A estratégia de Magro se concentra em duas frentes. De um lado, os advogados do empresário reuniram documentos de dois laudos independentes comprovando que a carga apreendida em 19 e 22 de setembro de 2025 nos navios Oinoussian Star e Madelyngrace, no porto do Rio de Janeiro, era óleo bruto de petróleo e não gasolina acabada, como afirmaram as autoridades.
Essa apreensão serviu de estopim para a operação da Receita e da ANP com a ajuda da Polícia Federal ocorrida nos dias seguintes.
"O laudo da ANP apontou que era gasolina acabada sem ter feito teste de octanagem........
