Simeonismo é um veneno sem antídoto para o Barcelona na Champions League
Simeonismo é um veneno sem antídoto para o Barcelona na Champions League
Quando Diego Pablo Simeone assumiu o comando do Atlético de Madrid, há quase 15 anos, nem ele esperava que tanta coisa boa poderia acontecer. Mas o Atleti se posicionou como um grande da Europa, um tamanho que não tinha. Ganhou duas vezes La Liga contra os Barças e Reais mais endinheirados da história (já dominante) de ambos. Construiu um estádio. Chegou a duas finais de Liga dos Campeões e agora está a um passo da terceira.
Na "era Simeone", o Atlético muito mais apanhou do que ganhou do Barcelona - foram 8 vitórias, 12 empates e, agora, 26 derrotas. Mas há derrotas e derrotas. A desta terça, por 1 a 2, em Madrid, significou classificação. E é na Champions League que o Atleti faz o que para muitos sempre parece inacreditável. O "Simeonismo" (ou "cholismo", para os íntimos) esteve em campo com força hoje e, pela terceira vez em três ocasiões, os colchoneros eliminaram o Barcelona nas quartas de final da Champions League.
Aconteceu em 2014, aconteceu em 2016 (em plena era Messi) e,........
