Rival do Brasil, Haiti estreia matador importado da Premier League

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O Haiti convenceu em cima da hora o atacante Wilson Isidor, nascido na França, a defender a seleção "Grenadier". O jogador foi convocado para os amistosos preparatórios da atual data Fifa - sábado, contra a Tunísia (21h), e terça, contra a Islândia (13h30), ambos na cidade canadense de Toronto. Se nenhum contratempo ocorrer, ele estará na Copa do Mundo.

Será o segundo Mundial da história do Haiti, que disputou anteriormente a Copa de 1974. Os caribenhos estão no mesmo grupo do Brasil e enfrentarão a seleção brasileira na segunda rodada, em 19 de junho.

Isidor, filho de pai e neto de avô haitianos, nasceu em Rennes, na França, e tem 25 anos. Ele foi formado na base do Rennes e, aos 18 anos, foi levado para o Monaco. Depois de alguns empréstimos e sem se firmar no clube monegasco, acabou vendido para o Lokomotiv Moscou. Na Rússia, desabrochou, jogou bem no time da capital, depois no Zenit St Petersburg e, em agosto de 2024, partiu para a Inglaterra.

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Foi fundamental na campanha de acesso do Sunderland para a primeira divisão, a Premier League, e, na atual temporada, marcou 4 gols em 26 jogos - 11 deles como titular.

Classificação e jogos

Isidor fez parte das seleções de base da França até a sub-20, mas nunca foi convocado para a absoluta. Depois de muitos pedidos de haitianos nas redes sociais, o jogador acabou cedendo e topando a chance de jogar uma Copa do Mundo - não com o país natal, mas com o país do pai dele.

"Nos últimos meses, eu recebi uma avalanche de mensagens pedindo para me juntar aos Grenadiers. Refleti muito, pois queria fazer as coisas corretas para o país e para o bem estar do time todo. As mensagens me tocaram profundamente e agora estou orgulhoso por fazer parte da seleção nacional e honrar nossa gente, nossa nação. Juntos, temos a chance de fazer história e viver grandes aventuras", declarou Isidor, nas redes sociais.

"Escolher (entre França e Haiti) foi mais ou menos como escolher entre tua mãe e teu pai. Mas estou feliz com a decisão tomada e espero que valha à pena. Sei que há muitos haitianos no Canadá e nos Estados Unidos e não posso esperar pela hora de encontrá-los. Sabemos que será difícil enfrentar Brasil, Escócia e Marrocos, mas faremos de tudo para trazer alegria para a nossa gente", falou também em uma entrevista ao "Sunderland Echo".

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