Mercado de Influencers em crise: você venderia a sua alma virtual?

Mercado de Influencers em crise: você venderia a sua alma virtual?

Ler resumo da notícia

Há algumas semanas eu tenho um novo hiperfoco: a venda de almas virtuais.Imagina só: você é uma pessoa pública que ganha a vida por meio de sua imagem nas redes sociais.Recebe muito dinheiro, especialmente, com acordos publicitários.E investe essa grana em produção de conteúdo, em viagens, compras, procedimentos...Banca um (caro) lifestyle que cria uma conexão com milhares de seguidores.Porém um dia a plataforma muda as regras e seu alcance despenca do dia para a noite.Ou algo que você fez (ou não fez) vira motivo de hate e o famigerado cancelamento.É mais ou menos esse um dos grandes desafios de quem resolve ter a vida de criador de conteúdo ou influenciador.Daí o meu interesse enorme ao saber que o maior deles, no TikTok, decidiu vender a sua marca para uma holding listada na bolsa americana por quase US$1 bilhão.Você já deve ter visto o rosto de Khaby Lame por aí, mesmo que não seja um dos seus mais de 160 milhões de seguidores no app chinês.Lame virou um fenômeno com seus vídeos reagindo a situações óbvias e absurdas. Os chamados "life hacks".E sempre sem falar, expressando-se por meio de sorrisos e caretas. Um tipo de humor bem universal.No negócio, a Rich Sparkle Holdings não irá apenas cuidar dos acordos comerciais do creator, mas também está autorizada a criar um "gêmeo de IA" do mesmo.É uma linha de produção que daria orgulho a Henry Ford Ford: Kame agora pode trabalhar 24h por dia, falar diversos idiomas e vender todo tipo de produto.Os primeiros vídeos já estão no ar.Em um........

© UOL