Sem supercraques em campo, seleção aposta em gênio estrangeiro no banco

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A história da seleção brasileira nas Copas do Mundo é a história de gênios do futebol mundial: Leônidas, Zizinho, Pelé, Garrincha, Rivellino, Zico, Romário, Ronaldo, Kaká, Neymar (e outros tantos) formam uma linhagem em que a alcunha de "craque da seleção" foi passada entre gerações.

Para a Copa de 2026, o cenário é diferente. Neymar, o principal jogador do país nos últimos 15 anos, já não está na elite do futebol mundial. Caso seja convocado, ninguém espera que ele mostre o nível de jogo que o fez ser duas vezes o terceiro melhor jogador do mundo — atrás apenas de Messi e Cristiano Ronaldo.

Vini Jr e Raphinha, os dois brasileiros que mais se aproximaram do topo nos últimos anos, ainda lutam para construir uma história vencedora com a camisa da seleção. Estevão e Rodrygo, outros candidatos, estão afastados devido a graves lesões. Endrick, apesar da ótima passagem pelo Lyon, ainda é dúvida, tanto na lista quanto na sequência da carreira na Europa.

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