Profecias eleitorais não resistem à realidade

Jornalista e comentarista de política

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Ano eleitoral é sempre cheio de prognósticos, assim como será o de 2026 prestes a começar. Previsões quase sempre desmentidas pelos fatos, carrascos da reputação de adivinhos.

Alguns desses desmentidos acompanham as eleições presidenciais desde a primeira da nova era democrática.

Quem, em janeiro de 1989, cravaria que em dezembro a batalha final seria travada entre dois novatos no meio de duas dezenas de candidatos experientes tanto nas lides da ditadura quanto na trincheira de oposição ao regime?