Nem todo gênio foi prodígio: ciência desmonta o culto ao talento precoce |
Pense em uma pessoa com um desempenho excepcional. Um atleta, um escritor, um cientista ou um artista. É fácil supor que essa pessoa é boa porque provavelmente começou desde cedo, uma crença reforçada por muitas histórias de famosos que têm suas vidas reviradas em documentários ou programas de TV.
Basta uma fita antiga, um vídeo em VHS, uma foto amarelada para encontrar a prova do pianista mirim, do prodígio da matemática ou do atleta imbatível no time da escola. São registros que se acumulam e sustentam o ideário coletivo de que os grandes gênios adultos já eram gênios quando crianças.
Mas todas essas histórias que conhecemos estão mais para a exceção do que para a regra. E um novo estudo publicado na prestigiada revista Science mostrou que a realidade não é mesmo bem assim.
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