Nada de turbo: estes 'aspiradões' bebem pouco e trazem economia na oficina
Recentemente, publiquei uma matéria de avaliação do Citroën Basalt no meu canal e alguns comentários, referentes à motorização, chamaram minha atenção.
São manifestações de seguidores que gostariam que o modelo tivesse como opção o motor 1.3 de aspiração natural já presente em modelos da Fiat - outra marca da Stellantis, dona da Citroën. Hoje, o Basalt é equipado somente com motor 1.0 de aspiração natural ou turbo, dependendo da versão.
É provável que esse desejo dos consumidores seja atendido em breve, já que a Citroën tem feito testes com esse motor 1.3 no Aircross e no próprio Basalt.
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Mas por qual motivo alguém deixaria de escolher o eficiente motor 1.0 turbo, que desempenha bem e tem consumo de combustível moderado, para optar pelo 1.3 menos tecnológico? Pois é justamente por ser menos tecnológico, ou melhor, mais simples, que esse motor se torna mais atrativo, principalmente no longo prazo.
Carros no Brasil precisam ser duráveis. Para isso, basta observarmos como o mercado de usados de modelos com mais de cinco, dez ou 15 anos é bem aquecido, inclusive com carros que conseguem segurar seus valores, mesmo depois de vários anos de uso.
Não por acaso, são exatamente os modelos com........
