Investigação de Dark Horse travou em SP sem dados financeiros de produtora
Investigação de Dark Horse travou em SP sem dados financeiros de produtora
A apuração do caso Dark Horse pela Polícia Civil de São Paulo, cujo sigilo foi derrubado pelo ministro Flávio Dino, travou sem autorização da Justiça para a quebra de sigilo financeiro os dados financeiros da dona da produtora do filme.
O inquérito agora nas mãos de Dino, porém, tem potencial de chacoalhar o caso na reta final da eleição. Isso porque a apuração inclui dados brutos de aparelhos apreendidos pela polícia paulista ao longo da operação, que já foram compartilhadas à Polícia Federal.
O inquérito da polícia paulista, que foi alvo de pressão e até de críticas pela Prefeitura de São Paulo, investiga um suposto desvio de valores de um contrato de mais de R$ 100 milhões da capital paulista com o ICB (Instituto Conhecer Brasil) para instalação e manutenção de pontos wi-fi. A presidente do instituto, Karina Ferreira da Gama, também é a dona da Go Up Entertainment, responsável pelo filme de Jair Bolsonaro.
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O inquérito da polícia paulista começou em março. Em junho, foi deflagrada uma operação de busca e apreensão em endereços ligados ao ICB.
Iniciado com base em uma reportagem do site Intercept, o inquérito da Polícia Civil de São Paulo focava em várias empresas subcontratadas pelo ICB no âmbito do contrato para wi-fi na capital. O assunto, porém, ganhou maiores proporções após........
