ACM Neto retira a máscara e abraça o bolsonarismo
ACM Neto retira a máscara e abraça o bolsonarismo
A derrota de ACM Neto (União Brasil) para Jerônimo Rodrigues (PT), na disputa pelo governo da Bahia, no último domingo, forçou a retirada de uma máscara que, de tão falsa, não escondia a face bolsonarista do político.
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Ao subir no palanque de segundo turno de Flávio Bolsonaro (PL), ACM Neto confirmou sua posição à extrema direita e contrária à decisão da maioria dos eleitores do estado que deseja governar.
No desespero pela única saída para manter qualquer relevância no cenário político, ele prometeu fazer campanha na Bahia para reverter a derrota amargada por Flávio, e por ele próprio, no estado que representa o quarto maior colégio eleitoral do Brasil.
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ACM Neto perdeu, pela segunda vez consecutiva, a tentativa de ocupar o cargo para o qual parecia ter sido preparado desde cedo, como herdeiro político do avô, Antônio Carlos Magalhães, morto em 2007, que por décadas comandou a política baiana.
A morte prematura do tio, Luís Eduardo Magalhães (1955-1998), que era a primeira aposta na sucessão familiar, abriu espaço para a carreira política de ACM Neto. Após se eleger deputado federal aos 23 anos e exercer três mandatos consecutivos na Câmara Federal, foi prefeito de Salvador por dois mandatos, fazendo o sucessor, que atualmente administra a capital baiana.
Mas há um cargo que ACM Neto não consegue conquistar: o governo da Bahia.
Desde 2006,........
