A reunião do Copom mais desafiadora de Galípolo |
A reunião do Copom mais desafiadora de Galípolo
Quis o destino que o início do ciclo de corte de juros do Brasil - anunciado com pompa e circunstância na ata do Copom (Comitê de Política Monetária) de janeiro - se desse em um cenário mundial completamente adverso.
A 'guerra de escolha' de Donald Trump (EUA) e Benjamin Netanyahu (Israel) levou a um choque do petróleo, com o barril negociado na casa dos US$ 100 (antes do conflito estava em US$ 65) e sem perspectiva de volta da navegação no Estreito de Hormuz, por onde transita um quinto do petróleo.
A bomba caiu no colo dos bancos centrais do mundo todo. Pelo menos seis tomam decisões de política monetária nesta semana. No Brasil, o impacto foi a mudança de expectativas. Hoje, 70% do mercado esperam redução menor da Selic: 0,25 ponto percentual versus 0,5 ponto percentual antes da guerra.
Wálter MaierovitchDino acerta andar de baixo e passa pano para o STF
Dino acerta andar de baixo e passa pano para o STF
Letícia CasadoAliados dão como certa domiciliar para Bolsonaro
Aliados dão como certa domiciliar para Bolsonaro
José FucsTrump está certo em definir PCC e CV como terroristas
Trump está certo em definir PCC e CV como........