Memória da ditadura está viva no Rio, apesar do negacionismo |
Jornalista, atuou como repórter e editor. É autor de "Dicionário Amoroso do Rio de Janeiro"
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O tombamento do antigo Palácio da Polícia, com a provável criação no local de um centro de debates sobre repressão política e tortura nos anos da ditadura Vargas e sobretudo durante o regime militar, encerra uma disputa de mais de 20 anos. De um lado, a memória que precisa ser lembrada para defender o presente e o futuro da democracia; de outro, o negacionismo e até mesmo, em tempos recentes, a apologia de torturadores.
O prédio da rua da Relação, no centro do Rio, abrigou de 1962 a 1975 a sede do Dops, em........