Caso Henry Borel: aberração jurídica que perdoou Monique revoltou país |
Caso Henry Borel: aberração jurídica que perdoou Monique revoltou país
Henry Borel tinha apenas quatro anos quando foi brutalmente assassinado. Legistas encontraram 23 lesões pelo corpo e o fígado dilacerado pelas agressões. Na madrugada de ontem, a omissão da mãe foi perdoada numa decisão que vai assombrar e envergonhar o país por anos.
Monique Medeiros já saiu da cadeia. Recebeu perdão judicial pelo homicídio culposo. A mãe que estava em casa enquanto a criança era espancada pelo amante até a morte, que sabia das agressões, está livre e "perdoada" no tribunal identitário.
Não há zona cinzenta no massacre de Henry Borel, morto pelas próprias mãos de um monstro.
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A tese cínica de morte por cair da cama foi destroçada pela perícia. Nenhum acidente doméstico produz aquele leque de lesões de filme de terror.
Houve espancamento. Houve tortura. Está mais do que provado. E Monique sabia.
Menos de um mês antes da morte, a babá relatou a ela que o menino tinha saído do quarto após uma sessão de espancamento do padrasto mancando e cheio de dores. A tortura que os próprios jurados reconheceram que aconteceu foi comunicada à mãe pela empregada enquanto estava num salão de beleza de shopping.
Monique tinha o dever jurídico e moral de proteger o filho. Entre........