Em defesa do recreio |
Embora práticas como reguadas e orelhas de burro tenham caído em desuso, a lógica punitiva persiste em muitas escolas, que continuam a usar o recreio, ou a ausência dele durante uma manhã, um dia ou até uma semana inteira, como forma de castigo.
Muitas crianças são um turbilhão de ação, movimento, pensamentos e emoções – algo natural do seu desenvolvimento – que nem sempre expressam da forma mais adequada. Os responsáveis, com a melhor das intenções, tentam discipliná-las e orientá-las. Mas educar não é uma tarefa fácil ou linear. Por isso, com maior ou menor sensibilidade, tempo e recursos, vai-se recorrendo a este ou àquele método. Um dos mais evidentes e milenares é privar o “infrator” daquilo de que mais gosta, neste caso, o recreio, ou seja, brincar.
Em muitas escolas, este espaço........