menu_open Columnists
We use cookies to provide some features and experiences in QOSHE

More information  .  Close

Sou português de segunda

16 0
23.09.2026

Não nasci na Ilha do Porto Santo, mas considero-me Profeta por afinidade. Apaixonado pela calma, paz e tranquilidade subjacentes à Ilha Dourada, passo algum tempo (sempre que posso) da minha vida nesta que é a ilha habitada mais pequena do arquipélago da Madeira, local esse que considero uma segunda casa há treze anos.

Submerso em tudo o que a ilha oferece, não fico amarrado ao imenso areal de nove quilómetros de areia dourada, nem ao mar que, no pico do inverno, não desce dos 18.º Celsius. Para além dessas atividades, procuro relaxar, aproveitar a riquíssima variedade de paisagens que vamos encontrando à medida que nos deslocamos pelos poucos mais de 40 quilómetros quadrados de terra, render-me à gastronomia madeirense – essa que, entre nós, é considerada a melhor gastronomia do país –, como também caminhar e percorrer os trilhos, levadas e veredas da Ilha Dourada. Foi isso que fiz este verão.

Fiquei assim surpreendido, quando, ao chegar ao início do PR1 – “Vereda do Pico Branco e Terra Chã” – que nos permite ter uma visão diferente sobre a encosta nordeste da Ilha, encontrei uma placa a informar sobre a obrigatoriedade de reserva e pagamento de uma taxa de 4,5€ para poder percorrer a Pequena Rota n.º 1 da Ilha Dourada.

Esta é uma possibilidade desde o dia 1 de janeiro de 2025, data esta em que produziu efeitos o........

© Sapo