Christine mentiu, Kristin destruiu – e nós é que pagamos
Quando o assunto ainda estava “vivo”, algumas pessoas da indústria perguntavam-me: “Pedro, o que se passou? Porque despediram a Christine da TAP?”. Invariavelmente respondia sempre que a pergunta certa não era essa. Era: “Porque é que a contrataram?”
Oficiosamente, sabe-se que Christine não foi a primeira escolha. Foi, isso sim, a primeira que aceitou trabalhar para o Estado português, sob a tutela direta de dois ministérios, integrados num governo que, à época, estava mais ou menos refém do Presidente da República. Claro que isto não tudo foi dito logo, nem frontalmente. Fomos sabendo aos poucos, mais tarde, através da Comissão Parlamentar. Depois da TAP, Christine voltou para Paris da sua França, onde até chegou a ser novamente CEO de uma companhia aérea francesa. E também de lá foi corrida... ou “amigavelmente separada”, como se costuma dizer.
Quase tínhamos esquecido este “casinho” porque em Portugal os casos são como........
