“Desejávamos, queríamos, conseguimos.” Uma década depois, o wrestling volta a Portugal
A frase que Marcelo Rebelo de Sousa usou para celebrar a escolha de Portugal para receber a Jornada Mundial da Juventude encaixa hoje na perfeição no coração dos fãs de wrestling. Finalmente, após nove longos anos de espera, a WWE vai regressar a Lisboa. Dia 3 de junho já está marcado no calendário.
Para quem acompanha este mundo há tantos anos, este anúncio é mais do que uma data. É a confirmação de que a nossa paixão, a nossa paciência e a nossa fidelidade foram recompensadas. Durante quase uma década, sonhámos com este momento. Falámos dele num artigo recente, bem como nas redes sociais, podcasts e nas filas para comprar bilhetes noutros países. E agora, vai tudo acontecer mesmo. Em casa.
Desde 2017, ano da última passagem da WWE por Portugal, muita coisa mudou. Novas gerações de fãs cresceram. Novas estrelas nasceram. Histórias épicas foram escritas. E, mesmo assim, o desejo manteve-se sempre vivo: voltar a ouvir aquela música, aquelas reações, aquelas explosões de emoção... ao vivo, em Lisboa, na MEO Arena.
No momento em que escrevo, ainda não é conhecido se o evento contará com superstars do RAW ou do SmackDown, mas honestamente, isso quase nem importa.
Porque, seja qual for o roster, tudo indica que teremos uma noite especial. Uma daquelas que ficam na nossa memória. Uma daquelas em que cada entrada é recebida como se fosse na WrestleMania. Uma daquelas em que o público português mostra, mais uma vez, porque é considerado um dos melhores do mundo.
Quem já esteve num evento da WWE em Portugal sabe: aqui não há silêncio. Há cânticos. Há reações. Há emoção genuína. Há envolvimento do primeiro ao último minuto; ainda por cima nunca sabemos quando voltaremos a ter um momento como este, se teremos de esperar mais nove anos para que se repita.
Não somos apenas espectadores, mas sim parte do espetáculo.
E no dia 3 de junho, na MEO Arena, Lisboa vai voltar a provar isso e mostrar que, neste pequeno país, há uma grande comunidade de fãs que vibram, sofrem, cantam e celebram como poucos.
Este regresso é simbólico. Representa reconhecimento e confiança. Representa a certeza de que Portugal conta no mapa da WWE.
Depois de 3.131 dias a pedir, a esperar e a acreditar, vai chegar novamente a nossa vez.
Crónicas de um fã de Wrestling
O Arsenal empatou esta quarta-feira na visita ao Wolverhampton (2-2), em jogo antecipado da 31.ª jornada da Liga inglesa, com os últimos classificados a chegarem à igualdade frente ao líder já na compensação.
O extremo Bukayo Saka, que não marcava um golo desde o início de dezembro, inaugurou o marcador logo aos cinco minutos, e parecia que os gunners iam embalar para um triunfo confortável, ideia reforçada pelo tento apontado pelo defesa equatoriano Piero Hincapie após o intervalo, aos 56.
Porém, o espanhol Hugo Bueno reduziu para os wolves cinco minutos depois e, perante a passividade dos londrinos, foi mesmo a formação agora liderada pelo técnico galês Rob Edwards que conseguiu chegar ao empate, aos 90+4, com um autogolo do italiano Riccardo Calafiori, lançado no minuto anterior.
No encontro disputado no Estádio Molineux, o guarda-redes português José Sá foi titular, como é habitual, com Rodrigo Gomes a ser lançado em campo aos 70, enquanto Toti continua ausente por lesão.
Com a divisão de pontos, o Arsenal continua no primeiro posto da Premier League, com 58 pontos em 27 jogos disputados, mas ao ceder o segundo empate consecutivo, corre o risco de ver o Manchester City (53) aproximar-se, ainda que não seja para já, dado este comprometedor empate ter acontecido numa partida antecipada.
No fim de semana, ambas as equipas vão estar em ação, com a turma de Arteta a visitar o Tottenham no domingo, ao passo que os citizens, de Bernardo Silva, Matheus Nunes e Rúben Dias, recebem no sábado o Newcastle.
Podia ser o clássico da redenção, podia ser o clássico da confirmação. Podia ser o clássico da aproximação, podia ser o clássico da fuga. No final, foi um clássico com tudo menos vencedores. Teve oito golos apenas nos 15 minutos finais, não teve nenhuma equipa a ganhar – mas, no final, foi um encontro que teve o Benfica de novo a sair melhor do Dragão Arena, depois de um empate que manteve os cinco pontos de avanço sobre o Sporting, que não foi além de uma igualdade frente ao HC Braga, e permitiu conservar o estatuto de invencível na temporada de 2025/26 frente a um conjunto azul e branco que escreveu mais um capítulo de irregularidade numa época com mais baixos do que alto que deixou a equipa mais longe do terceiro lugar.
“Vamos encontrar um Benfica ainda mais calculista, um bocadinho diferente daquilo que defrontámos no passado sábado, ainda com mais cautelas no processo defensivo e a tentar que seja o FC Porto a assumir por completo as despesas do jogo trabalhando em cima do nosso erro. Temos de corrigir algumas situações que foram demasiado penalizadoras no último jogo mas também tivemos uma produção mais do que suficiente para passar a eliminatória da Taça de Portugal. Já fizemos o luto e estamos preparados para conquistar três pontos. Temos de seguir em frente corrigindo as pequenas coisas em que não estivemos bem, nomeadamente no processo ofensivo e num momento tão importante do jogo como é a perda da posse de bola, no qual eles acabaram por nos colocar dificuldades e materializar a vantagem”, apontara Paulo Freitas, treinador dos dragões, na sequência da derrota no clássico a contar para a Taça de Portugal.
“Depois do que aconteceu no encontro da Taça de Portugal no sábado, é possível que o nível físico do jogo seja ainda mais exigente porque eles têm muita necessidade de pontuar no Campeonato. Estamos prontos para esse desafio que é ganhar no Dragão, ainda para mais duas vezes consecutivas. Este emblema não permite entrar num jogo nem para empatar, nem para perder. É impossível. Portanto, vamos sempre para ganhar em qualquer tipo de competição. Conseguimos ser melhores nas transições, sabemos que o FC Porto também terá feito correções nesse sentido”, destacara Edu Castro, técnico dos encarnados, depois do segundo triunfo da época frente aos azuis e brancos que valeu a passagem aos quartos da Taça.
Após duas temporadas em que o FC Porto foi melhor nos confrontos diretos com o Benfica, fosse a contar para o Campeonato, fosse para a Liga dos Campeões, a presente temporada tinha invertido as contas, com os encarnados a vencerem na primeira volta no Pavilhão da Luz (4-2) e a conseguirem também eliminar o rival direto nos oitavos da Taça de Portugal em pleno Dragão Arena (3-2). Agora, no reencontro apenas quatro dias depois, tudo terminou com um empate a quatro que permitiu que os encarnados conservassem a sua invencibilidade, averbando a segunda igualdade do Campeonato após o 2-2 frente ao Sporting.
Com André Villas-Boas na tribuna como tem sido hábito nos jogos grandes mas agora com Francesco Farioli, técnico da formação de futebol, também a assistir ao encontro, o clássico chegou ao intervalo sem golos entre o mérito dos guarda-redes Xavi Malián e Pedro Henriques mas teve depois uma chuva de remates certeiros nos derradeiros 15 minutos: Carlo Di Benedetto inaugurou o marcador numa jogada de envolvimento após defesa de Pedro Henriques a um penálti de Gonçalo Alves (35′), João Rodrigues bisou depois num período de power play dos encarnados por um cartão azul a Rafa (36′ e 37′), Gonçalo Alves também bisou marcando o 2-2 numa situação de power play por um cartão azul a Zé Miranda e fazendo a reviravolta de penálti (39′ e 43′), Nil Roca empatou logo na jogada de saída alguns segundos depois (43′) e Hélder Nunes marcou o 4-3 depois de um livre de Carlo Di Benedetto ao poste (45′). Só aí o jogo “acalmou” mas, a menos de um minuto do final, Zé Miranda aproveitou uma situação de 5×4 para fazer o 4-4 final de meia distância (50′).
Parece cada vez mais próximo o inevitável regresso aos comandos físicos tradicionais nos automóveis. Os ecrãs (quase de perder de vista) invadiram os cockpits dos automóveis mais recentes, começando por ser percepcionados como um sinónimo de vanguarda tecnológica e um factor de diferenciação, em grande parte impulsionado pelos construtores de automóveis chineses (mas não só). Pois bem, isso estará em vias de mudar por iniciativa da própria China.
Afinal, os ecrãs tácteis são (ou não) perigosos para a condução?
Afinal, os ecrãs tácteis são (ou não) perigosos para a condução?
Ao contrário do que seria de esperar, não foi a Europa nem os Estados Unidos da América que tomaram a dianteira nesta matéria. À semelhança das novas regras que serão implementadas para reduzir o risco associado às portas de abertura electrónica (com puxadores embutidos sem accionamento mecânico ou “tipo Tesla”), o Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação chinês pretende obrigar os fabricantes de automóveis a garantir que diversas funções essenciais do veículo dispõem de comandos físicos dedicados, ao invés de serem operadas com recurso a ecrãs, diminuindo assim o tempo e a atenção despendidos pelo condutor para executar tarefas consideradas básicas, como por exemplo accionar os indicadores de mudança de direcção ou engrenar “drive”. É de esperar, por isso, um paulatino regresso dos manípulos tradicionais, atendendo a que, apesar de a nova regulamentação visar exclusivamente o mercado chinês, a realidade é que aí são produzidos muitos modelos com destino à exportação, não sendo crível ou expectável a introdução de alterações significativas.
Conforme relata o Car News China, o documento preliminar vem a ser preparado desde 2023, contando com o contributo de diversos players da indústria, desde gigantes locais como a BYD e a Great Wall Motor, passando pela Geely e pela joint venture FAW‑Volkswagen, sem esquecer entidades (mais) independentes como o Centro de Tecnologia e Pesquisa Automóvel da China.
O risco das portas de carros modernas durante uma inundação
O risco das portas de carros modernas durante uma inundação
Tal como referido, a revisão da regulamentação visa, sobretudo, reduzir a dependência em relação aos ecrãs tácteis, o que terá um impacto directo no design dos futuros modelos – ou não fosse a China o maior mercado automóvel do mundo. Os estilistas deixam, por isso, de ter rédea solta na concepção dos interiores, esperando-se que o conceito de habitáculo clean e minimalista à conta de displays venha a evoluir em sentido contrário à extrema digitalização. Até porque, ao que se sabe – o rascunho para consulta pública já estará concluído, mas não foi ainda divulgado –, há orientações muito específicas no que toca aos comandos físicos, para que a mudança realmente produza efeito a nível do incremento da segurança. Determina-se, por exemplo, que os botões devem ter uma dimensão mínima (10×10 mm) e estar posicionados de forma intuitiva para o condutor, para que este consiga executar operações sem desviar o olhar da estrada, tendo um feedback táctil ou sonoro ao comando que accionou.
Seleccionar mudanças ou buzinar exclusivamente a partir do ecrã deixará de ser permitido, da mesma maneira que as luzes de emergência (quatro piscas) e os indicadores de mudança de direcção terão de ter dedicados manípulos específicos, o mesmo acontecendo com o comando dos vidros eléctricos e o limpa pára-brisas. Prevendo-se ainda um hipotético cenário de emergência, torna-se obrigatório que a chamada de emergência não careça de uma interface digital, mas sim de um simples premir de um botão. Raciocínio idêntico para o interruptor que corta a energia nos veículos eléctricos. A versão preliminar das novas normas prevê igualmente que as funções básicas do veículo devem continuar a poder ser executadas, mesmo em caso de falha do sistema ou perda de energia.
Caso a nova regulamentação avance, será obrigatório que todos os novos veículos produzidos a partir de 1 de Julho de 2027 estejam em conformidade. E, a ser assim, marcas como a norte-americana Tesla terão de redesenhar o cockpit dos seus modelos, o mesmo se aplicando às chinesas BYD, Xiaomi e Chery, bem como às marcas premium europeias.
Empresa: Gi GroupCategoria: Indústria / ProduçãoZona: PortoData: 18-2-2026Descrição:
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A BTL – Better Tourism Lisbon Travel Market confirmou Cuca Roseta como Embaixadora da BTL 2026, numa estratégia que procura afirmar a cultura portuguesa como “ponte entre Portugal e o mundo” e como ferramenta de valorização do destino turístico.
De acordo com o comunicado, a presença da artista materializa-se no projeto “Cuca Roseta no Mundo e o Mundo de Cuca Roseta”, assente em dois eixos: a projeção internacional do percurso da fadista e o seu universo pessoal e sensorial, convidando visitantes, profissionais e parceiros internacionais a uma experiência que cruza música, cultura e encontro entre diferentes geografias.
A gestora coordenadora da BTL, Dália Palma, sublinha que a iniciativa surge na sequência do impacto da BTL Cultural em 2025 e representa um reforço “claro” desta dimensão na edição de 2026, procurando consolidar a feira como plataforma de promoção de Portugal e de criação de ligações entre mercados e pessoas.
Já Cuca Roseta assume ser “uma enorme honra” representar a BTL 2026 como embaixadora, destacando que leva consigo “a cultura portuguesa, o fado e a nossa identidade como património vivo”, num convite para “sentir Portugal através da música e da emoção”.
Promovida pela Fundação AIP, a BTL 2026 realiza-se de 25 de fevereiro a 1 de março de 2026, na FIL – Parque das Nações, em Lisboa, reunindo profissionais do setor, destinos, empresas e público num evento que cruza negócio, inovação, cultura e experiência.
Paulo Freitas considerou que o seu FC Porto "produziu o suficiente" para triunfar no Clássico, depois do empate obtido na receção ao Benfica (4-4).
"É um empate que sabe a muito pouco, sinceramente, e não o podemos dissociar da deceção que foi não termos seguido em frente na Taça de Portugal. Temos que corrigir tudo e recuperar a equipa psicologicamente", admitiu, sublinhando que o "ADN é de vitórias": "Tem a ver com o clube que representamos. Agora, é passar uma mensagem de confiança, foco e pensar já no jogo seguinte."
"Corrigimos as situações em que estivemos menos bem nesse jogo da Taça e não permitimos ao Benfica marcar em transição ou em fase de ataque continuado. Em situações de desvantagem, ou de três para três, sofremos e não soubemos reagir", vincou o técnico azul e branco, lamentando o estado sintomático da equipa. "Saímos tristes e desolados. Pretendemos que o caminho a seguir seja vitorioso, o FC Porto esteve por cima durante a primeira parte mas, na segunda, foi o que foi. Vamos corrigir, vamos refocar, fazer o luto até amanhã e recomeçar a trabalhar com o mesmo espírito e com a mesma ambição, temos que ter o orgulho do clube que representamos", atirou ainda Paulo Freitas.
Os sauditas do Al Nassr, treinados pelo português Jorge Jesus, eliminaram hoje o Arkadag, do Turquemenistão, nos oitavos de final da Liga dos Campeões 2 asiática de futebol, e vão enfrentar o Al Wasl, de Rui Vitória, nos 'quartos'.
Um golo solitário do avançado Abdulrahman Ghareeb, logo aos dois minutos, foi suficiente para a formação de Riade - sem Cristiano Ronaldo e com João Félix a ser lançado aos 69 minutos - carimbar o acesso à próxima fase da prova, equivalente à Liga Europa da UEFA.
O Al Nassr que, como tem sido habitual nos jogos da 'Champions 2', poupou vários dos habituais titulares, tinha vencido fora há uma semana pelo mesmo resultado (1-0), e vai agora defrontar o Al Wasl, dos Emirados Árabes Unidos (EAU) nos quartos de final.
A formação de Rui Vitória, e do internacional sub-21 luso Pedro Malheiro, afastou na terça-feira os iraquianos do Al Zawra e os embates contra os comandados de Jesus estão agendados para os dias 04 e 11 de março, primeiro nos EAU, e depois na Arábia Saudita.
O Sporting voltou esta quarta-feira a vencer na Liga dos Campeões de voleibol, por 3-1, frente aos polacos do Resovia Rzeszów, e ficou muito perto de continuar nas provas europeias, falhando no quarto critério de desempate.
No Pavilhão João Rocha, em Lisboa, o triunfo por 25-22, 25-22, 19-25 e 25-20 foi insuficiente para roubar o terceiro lugar ao Luneburg, com os leões a falharem o objetivo por apenas 13 pontos, resultantes do total efetuado em todas as partidas.
A formação de João Coelho despede-se da Liga dos Campeões na quarta e última posição do Grupo D, com seis pontos, os mesmos do Luneburg, que segue para a Taça CEV, enquanto Zawiercie (15) e Resovia Rzeszów (nove) continuam em prova.
Os "leões" voltaram a utilizar o fator casa a seu favor e começaram determinados à procura de agarrar a hipótese de continuar nas competições europeias e, após um início equilibrado, começou a superiorizar-se logo a meio do parcial inicial (13-10).
O Resovia Rzeszów ainda ameaçou (19-18), mas o Sporting rapidamente obteve a mesma vantagem e fechou mesmo o primeiro parcial a seu favor (25-22), abrindo boas perspetivas rumo ao objetivo, contra um adversário com a situação definida.
Com muita resiliência e pontos bem conquistados, o Sporting aguentou a reação da equipa polaca e manteve a indecisão até à etapa final do segundo parcial, que, durante muito tempo, não teve nenhuma das turmas a alcançar uma boa margem.
No entanto, a partir dos 22-19, os leões voltaram a galvanizar-se e a tornarem-se superiores ao adversário, arrebatando o segundo "set" pelo mesmo resultado (25-22). O trabalho mais difícil estava conseguido, mas ainda era preciso sentenciá-lo.
Era mesmo isso que parecia que o Sporting iria fazer, ao virar o resultado para seu favor a meio do terceiro parcial (12-9), mas sete pontos consecutivos do Resovia Rzeszów (13-17) ditaram a história deste set decisivo para as ambições leoninas.
Desta forma, os polacos conquistaram esse parcial (19-25), pese embora a grande reação sportinguista no quarto set, carimbando mais uma fantástica vitória, que, contudo, deixa um sentimento agridoce, após quatro derrotas nos primeiros jogos.
Jogo realizado no Pavilhão João Rocha, em Lisboa.
Sporting - Resovia Rzeszów, 3-1.
Parciais: 25-22 (28 minutos), 25-22 (27), 19-25 (27) e 25-20 (30).
Sob a arbitragem do checo Vlastimil Kovar e do belga Koen Luts, as equipas alinharam:
- Sporting: Sergey Grankin, Jonas Aguenier, Kelton Tavares, Edson Valencia, Lourenço Martins e Jan Galabov. Jogaram ainda Gonçalo Sousa (libero), Tiago Pereira, Nicolás Perren (líbero) e Jan Pokersnik.
Treinador: João Coelho.
- Resovia Rzeszów: Marcin Janusz, Mateusz Poreba, Cezary Sapinski, Jakub Bucki, Artur Szalpuk e Yacine Louati. Jogaram ainda Michal Potera (líbero), Pawel Zatorski, Klemen Cebulj, Karol Butryn, Erik Shoji (líbero), Wiktor Nowak e Beau Graham.
Treinador: Massimo Botti.
Assistência: Cerca de 1.250 espectadores.
Luisão, antigo jogador do Benfica, voltou a sair em defesa do compatriota Vinícius Júnior, no alegado caso de racismo perpetrado por Gianluca Prestianni contra o camisola 7 do Real Madrid, no jogo de terça-feira contra o Benfica, no Estádio da Luz, que foi relativo à primeira mão do playoff de acesso aos oitavos de final da Liga dos Campeões.
Já depois de ter deixado alguns comentários nas redes sociais, assim como um longo vídeo na sua página de Instagram, o antigo capitão das águias esteve em direto na estação televisiva ESPN Brasil, esta quarta-feira, na qual é comentador televisivo, e denunciou ter recebido ameaças e insultos racistas por parte de adeptos do Benfica, em resposta às suas declarações e posicionamento ao lado de Vinícius Jr.
"Ontem fiquei muito chateado e agora mais ainda. Nas redes sociais também fui ofendido, chamado de macaco também, de judas, que não piso mais o Estádio [da Luz]", começou por dizer o antigo jogador do Benfica, reconhecendo que tem um amor eterno pelo clube encarnado: "A camisola do Benfica é a minha segunda pele!".
Visivelmente emocionado, Luisão voltou a defender o posicionamento a favor da denúncia que foi feita por Vinícius Júnior contra Gianluca Prestianni.
"Fico triste por isso, até quando nos posicionamos num coisa grave, gravíssima... por isso é que acho que o Vini é um herói e referência no requisito de defender a bandeira do preconceito... do não ao racismo. Dói na pele, tu sentes sem poder fazer nada, sem poder agir. Só espero que a Europa, como ela é referência na governança e no marketing, que seja também uma referência contra o racismo", finalizou Luisão.
De recordar que na terça-feira, em partida da primeira mão do play-off de acesso aos oitavos de final da 'Champions', que o Real Madrid venceu por 1-0, o avançado brasileiro Vinícius Júnior, após ter marcado o único golo do jogo, terá sido alegadamente vitima de insultos racistas por parte do argentino Gianluca Prestianni, extremo do Benfica.
O árbitro francês François Letexier interrompeu o encontro e acionou o protocolo antirracismo, retomando a ação quase 10 minutos depois, já depois de alguma confusão na zona técnica com elementos das duas equipas e do arremesso de objetos por parte dos adeptos para o relvado.
Real Madrid, recordista de troféus (15), e Benfica, triunfante em 1960/61 e 1961/62, voltam a medir forças em 25 de fevereiro, no Estádio Bernabéu, na capital de Espanha, com o vencedor da eliminatória a defrontar nos 'oitavos' o bicampeão português Sporting ou os ingleses do Manchester City.
O clube da Luz garantiu "total espírito de colaboração" com UEFA, que nomeou, entretanto, um Inspetor de Ética e Disciplina para investigar o caso, prevendo-se a audição de ambos os atletas nos próximos dias, enquanto o presidente da FIFA, Gianni Infantino, disse estar chocado e pediu que se responsabilizem os culpados.
Luisão reage à polémica no Benfica-Real Madrid: "Foi um ato racista, sim"
Luisão, antigo jogador, diretor e lenda do Benfica, pronunciou-se acerca da polémica entre Gianluca Prestianni e Vinícius Júnior, defendendo o extremo brasileiro e garantindo que foi um ato racista por parte do avançado argentino.
A luta do Arsenal pelo título da Premier League sofreu mais um revés. Desta feita, os gunners, que ocupam a primeira posição, empataram (2-2) no terreno do Wolverhampton - último classificado da competição -, isto depois de terem estado a vencer por dois tentos de diferença. Desta forma, a turma londrina registou o segundo jogo sem vencer no campeonato.
O conjunto de Mikel Arteta adiantou-se cedo, com Bukayo Saka a marcar de cabeça aos cinco minutos, após cruzamento de Declan Rice. Os visitantes dominaram a primeira parte, sendo que José Sá, guarda-redes português, evitou males maiores para a turma da casa.
No início da segunda parte, Piero Hincapié fez o 2-0, num lance inicialmente anulado, mas validado pelo VAR, parecendo deixar o jogo resolvido. Mas, para supresa de muitos, isto realmente não ficou por aqui.
Eis que o Wolves reagiu. Hugo Bueno reduziu com um remate em arco à entrada da área e, já nos descontos, um lance confuso terminou com a bola a desviar em Riccardo Calafiori para a própria baliza, após remate de Tom Edozie. David Raya, ali traído pelo defesa, nada pôde fazer.
O empate deixa o Arsenal a cinco pontos do Manchester City, sendo que os citizens, por terem menos um jogo, podem encurtar esta distância. Do outro lado, o Wolverhampton soma 10 pontos, estando, ainda, a 17 pontos da primeira zona de salvação (17º lugar).
