Felicidade Organizacional – “hype” ou objetivo estratégico?

Por Daniela Geraldes, Professora do Mestrado em Psicologia Social e das Organizações, Ispa – Instituto Universitário.

Melhor empresa para trabalhar, Chief Happiness Officer, Happiness Manager e tantos outros termos são hoje parte do vocabulário e da vida das Organizações. Mas o que podemos esperar destas estratégias? Em que bases assentam e qual a sua eficácia?

Importa, primeiramente, clarificar do que falamos quando abordamos a felicidade organizacional. De facto, e embora falar de felicidade organizacional pareça hoje ter algum cunho de branding e marketing estratégico associado, este não é mais do que o resultado de variáveis há muito estudadas e implementadas no contexto, assentando essencialmente em conceitos como o engagement, a satisfação com o trabalho, o........

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