Hospitalidade digital como experiência humana |
Durante anos falámos de social media como canais, formatos, métricas e algoritmos. Em 2026, essa abordagem já não é suficiente, porque o foco já não está apenas na performance, mas em compreender a forma como os conteúdos impactam as pessoas ao longo do tempo, sobretudo em setores como a hospitalidade, onde a experiência é vivida de forma real.
Quando a comunicação ressoa, criamos uma ligação que tende a converter, e é por isso que, no fundo, não se trata apenas de social media, mas de hospitalidade digital.
Esta evolução de paradigma não é apenas uma perceção generalizada. Vários dados e relatórios globais que antecipam o comportamento digital para os próximos anos revelam uma transformação profunda na forma como as pessoas se relacionam com o conteúdo online. Mais de 6 biliões de pessoas usam a internet e dois em cada três utilizadores são ativos em redes sociais, com mais de 1 bilião a usar ferramentas de inteligência artificial mensalmente. Estes dados* demonstram o avanço tecnológico, mas também a importância crescente do comportamento humano nas interações digitais.
Estudos focados no setor da hospitalidade para 2026 indicam que a autenticidade se tornou um elemento crítico, com cerca de 70,6% dos utilizadores preocupados com o que é real ou falso, o que reforça a necessidade de conteúdos humanos e genuínos em vez de perfeitos ou excessivamente produzidos. Outras análises destacam ainda que as pesquisas em redes sociais estão a ultrapassar o uso de motores de busca tradicionais, especialmente entre gerações mais jovens, com mais de metade dos consumidores a iniciar a procura de produtos e experiências diretamente em plataformas como TikTok e Instagram. Estes dados sustentam a ideia de que a hospitalidade começa longe do check-in físico. Começa na forma como o outro se sente, reconhece e se conecta emocionalmente com uma marca no seu universo digital.
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