“Regar” é aumentar o nível de riqueza e bem-estar de cada português
Na comunicação anterior (aqui) identificou-se o regadio como uma tecnologia capaz de contribuir para diminuir o preocupante défice agro-alimentar de Portugal (ronda os 7.000.000.000,00€! em 2025) devido a, em média, permitir aumentar 6x a produção agrícola por hectare.
Face a tão elevados ganhos de produtividade há, de facto, que procurar respostas para as razões que contribuem para que a adoção e expansão do regadio não mereçam ainda total unanimidade em Portugal.
Nesta linha, na comunicação anterior, já se tentou esclarecer que a falta de água não é um argumento válido para limitar o regadio em Portugal. É que, em Portugal, num ano, chove mais do que em Espanha, na Suécia, na Polónia ou no Canadá. E, para além disso, Portugal anualmente “apenas” utiliza 9% das suas disponibilidades hídricas o que corresponde a menos de 30% da sua capacidade de armazenagem.
Em sequência, neste texto, pretende-se discutir e desmontar outros dois argumentos ou perceções comuns (errados) “anti-regadio”:
Que a área de regadio em Portugal já tem aumentado significativamente nos últimos anos (nomeadamente com o Alqueva).
Que o aumento da área de regadio é........
