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“Regar” é aumentar o nível de riqueza e bem-estar de cada português

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24.03.2026

Na comunicação anterior (aqui) identificou-se o regadio como uma tecnologia capaz de contribuir para diminuir o preocupante défice agro-alimentar de Portugal (ronda os 7.000.000.000,00€! em 2025) devido a, em média, permitir aumentar 6x a produção agrícola por hectare.

Face a tão elevados ganhos de produtividade há, de facto, que procurar respostas para as razões que contribuem para que a adoção e expansão do regadio não mereçam ainda total unanimidade em Portugal.

Nesta linha, na comunicação anterior, já se tentou esclarecer que a falta de água não é um argumento válido para limitar o regadio em Portugal. É que, em Portugal, num ano, chove mais do que em Espanha, na Suécia, na Polónia ou no Canadá. E, para além disso, Portugal anualmente “apenas” utiliza 9% das suas disponibilidades hídricas o que corresponde a menos de 30% da sua capacidade de armazenagem.

Em sequência, neste texto, pretende-se discutir e desmontar outros dois argumentos ou perceções comuns (errados) “anti-regadio”:

Que a área de regadio em Portugal já tem aumentado significativamente nos últimos anos (nomeadamente com o Alqueva).

Que o aumento da área de regadio é........

© Sapo