Freio do carro limite: erros ao dirigir fazem o sistema superaquecer e encurtam a vida das peças

Quem dirige sabe que o freio não costuma falhar de repente. Na maioria das vezes, ele vai “avisando” antes, mas de um jeito que muita gente ignora. O pedal muda de sensação, o carro parece precisar de mais espaço para parar, o cheiro de queimado aparece depois de uma descida longa. Em alguns casos, a roda esquenta tanto que dá para sentir no ar ao redor do carro.

Por trás desses sinais quase sempre existe um mesmo problema, o superaquecimento do sistema de frenagem. E ele tem duas origens principais, a forma como o carro é conduzido e falhas mecânicas ligadas à falta de manutenção.

De forma simples, frear é transformar movimento em calor. Ao pisar no pedal, discos, pastilhas, lonas e tambores se pressionam e entram em atrito para segurar o carro. Esse atrito esquenta o conjunto, projetado para aguentar altas temperaturas e dissipar o calor, mas só até certo ponto. Quando a temperatura passa do limite, o freio trabalha no extremo, o desgaste dispara e a eficiência pode cair.

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