Faltou tudo na Noruega |
Já todos sabíamos que se apresentava como muito difícil a tarefa do Sporting Clube de Portugal na sua deslocação à Noruega para, em Bodo, defrontar uma equipa que se tem revelado de enorme qualidade, e que por isso tem vindo a conquistar resultados a nível europeu que ficam para os melhores momentos de uma colectividade que não figura nas páginas principais da história do futebol mundial.
Nem sequer era necessário recordar o histórico do Bodoe/Glimmt na presente edição da Liga dos Campeões Europeus, na qual tem passeado classe, sobretudo visível em jogos com baluartes do velho continente, tais como o Manchester City, o Atlético de Madrid e também o Inter de Milão.
Trata-se de uma equipa onde não moram estrelas de primeira grandeza, mas que se confirma coesa, bem estruturada e, sobretudo, reveladora de uma força de conjunto que é capaz ser determinante na conquista de resultados como ontem aconteceu com o Sporting.
O Sporting poderia ter feito melhor na cidade de Bodoe? Claro que era possível mas, para isso, era necessária outra atitude, maior intensidade no seu jogo, e entrega total da totalidade dos jogadores escolhidos pelo treinador. Aliás, Rui Borges também deve ser incluído neste pacote, por razões que têm a ver, sobretudo, com a escolha de jogadores que ao longo da partida se revelarem incapazes de contribuir para um desfecho diferente.
Agora, para Alvalade, na próxima terça-feira, está-lhes destinada uma tarefa hercúlea, embora não impossível.
No futebol são sempre possíveis todos os resultados, até nas situações mais inacreditáveis, e no jogo com os noruegueses, embora pareça tudo muito difícil para chegar a uma reviravolta, a verdade é que pode mesmo acontecer.
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