Duas vidas
O que se está a passar nos Estados Unidos (e que, como quase sempre acontece com questões controversas aí discutidas, chegou aos tribunais) vem confirmar que o aborto não vitima apenas o nascituro, vitima também a mulher grávida que o pratica, ou é forçada a praticá-lo. Na verdade, como as campanhas mais recentes têm salientado, são duas as vidas que estão em jogo: a do filho e a da mãe. O aborto não é um bem para nenhuma delas.
Já segue a Informação da Renascença no WhatsApp? É só clicar aqui
A questão que agora lá se discute é esta:
Como forma de tornear leis estaduais restritivas da prática do aborto (que o acórdão do Supremo Tribunal Dobbs v. Jacson's Women's Health Organization veio permitir), generalizou-se a prática do aborto químico através de telemedicina e envio de medicamentos abortivos através do correio e sem qualquer consulta médica presencial.
Essa prática é hoje permitida pela agência federal competente (a FDA - Food and Drug Administration), apesar de não o ter sido anteriormente.
As leis dos Estados onde atuam os médicos ou os responsáveis (nem sempre médicos) por esse envio, não só permitem tal prática, como os protegem (através........
