Toda a Vida no Presépio! |
Surpreendida por uma gravidez impossível, a mãe aceita o nascimento e decide amar o seu filho.
Incrédulo primeiro, convencido depois, o pai aceita acolher, amar e proteger essa criança.
Pobres e deslocados na altura do nascimento, os pais encontram num estábulo rudimentar, junto dos animais, as condições possíveis para o nascimento do bebé.
Receado pelos mais poderosos, o nascimento desta criança foi saudado pelos mais pobres e simples que por ali andavam, mas também por gente de outras paragens e culturas que vieram de longe para ver o menino e saudar a família. Mais uma surpresa para estes pais que perseguidos na sua terra, acabam posteriormente por fugir para o estrangeiro e abandonar o pouco que tinham.
Emigram, trabalham e educam o filho. Fazem-no como podem; talvez não como queriam.
Anos mais tarde regressam ao país que amavam. Ainda assim, não tinham crédito entre os seus.
Sempre pobres, o filho do pai não passava do filho do carpinteiro. Não o viam de outra forma. E murmuravam entre si, sempre que detetavam nele aspirações maiores. Também por isso não se indignaram quando alguns o quiseram matar. Nem se importaram com a sua sorte. Era apenas mais um, a........