O caso Epstein
Reagindo a pressões por parte dos deputados americanos e da opinião pública, no final de janeiro foram divulgados pelo Department of Justice (Ministério da Justiça) mais de 3 milhões de documentos sobre o escândalo Jefrey Epstein.
J. Epstein suicidou-se numa prisão em Nova York em 2019, onde cumpria uma pena por crime de pedofilia. Mas passados sete anos, continua a ignorar-se quem eram as personalidades envolvidas neste esquema criminoso.
Serão, certamente, pessoas com muito poder político e económico, que até hoje terão conseguido travar as investigações. Não se conhecem as jovens mulheres que terão sido alvo de crimes de pedofilia.
O semanário The Economist analisou 1.400 e-mails entre os documentos agora divulgados. Confirma o semanário britânico que se está perante uma surpreendente cadeia de influência e troca de favores.
O facto é que este mega-escândalo já colocou em dificuldades figuras fora dos EUA, como o ex-príncipe britânico André ou o ex-primeiro ministro da Noruega Thorbjoen Jagland. Em novembro do corrente ano realizam-se eleições intercalares nos EUA, nas quais este caso estará certamente presente. Oxalá que as investigações em curso consigam revelar quem deve ser julgado e eventualmente condenado pelos crimes desta tenebrosa rede.
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