Catolicismo em África
Na próxima semana o Papa Leão XIV inicia uma visita às comunidades católicas em África. Principia na Argélia, depois visita os Camarões, Angola e Guiné Equatorial.
Os católicos africanos eram uma pequena minoria há um século, mas hoje são uma grande parte da população africana, vibrante de vitalidade, energia e dinamismo. Estima-se que em 2066 cerca de metade dos católicos mundiais estarão em África.
A vitalidade do catolicismo africano contrasta com a perda de influência social dos católicos que vivem na Europa e na América. Leão XIV sinaliza, no início do seu pontificado, que está atento aos católicos de África.
O Papa Francisco teve problemas com o conservadorismo do catolicismo africano, muito tradicionalista. Leão XIV já anunciou não ter intenção de alterar os princípios correntes da Igreja em matéria de casamento e família.
Os católicos europeus, incluindo os portugueses, têm manifestado impaciência com, por exemplo, a demorada atualização do papel das mulheres na Igreja. Mas a lentidão das reformas nessa área tem muito que ver com o imperativo de evitar um cisma.
Por isso importa ter consciência de que, na Igreja unida, os avanços têm de ser acompanhados por todos. O que implica não ofender a sensibilidade dos católicos de África.
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