E se isto for o novo normal?
O comboio de tempestades das últimas semanas deixou, como todos sabemos, um rasto de destruição sem precedentes: pequenos negócios desapareceram, inúmeras casas ficaram inabitáveis, equipamentos públicos colapsaram, estradas e pontes foram cortadas, muitas famílias terão perdido grande parte do seu património. A tragédia expôs vulnerabilidades acumuladas durante décadas e deixa à vista de todos um panorama de um país fragilíssimo, em muitos aspetos desconhecido de si próprio e impossível de ignorar.
