O cancelamento de Kanye (ainda) faz sentido?
Há um ano, quando Kanye West lançou um single denominado Heil Hitler, parecia o capítulo final de um declínio pessoal e artístico de contornos grotescos. As referências a Hitler surgiam na sequência de uma mudança de nome de pendor megalómano para Ye, de uma insólita conversão ao movimento MAGA, de uma série de invetivas racistas, homofóbicas e antissemitas, e de episódios sexistas — como a exibição da nudez da mulher, Bianca Censori, nos Grammys —, culminando na comercialização de produtos com simbologia nazi.
