A grande final

Os artigos da equipa do PÚBLICO Brasil são escritos na variante da língua portuguesa usada no Brasil.Acesso gratuito: descarregue a aplicação PÚBLICO Brasil em Android ou iOS.

Leia os artigos que quiser, até ao fim.

Com uma assinatura PÚBLICO tem acesso ilimitado a todos os conteúdos e cancela quando quiser.

Era o dia da grande final. De uma competição em que um quarto dos países do mundo se dedicou a praticar o esporte mais popular do mundo. Confesso que em muitos momentos duvidei do êxito de um torneio com tantos participantes. O que esperar de uma disputa entre Congo e Uzbequistão? Para quem torcer entre Curaçau e Costa do Marfim? Mas tenho que admitir: foi divertido. Foi colorido. Apesar de a FIFA querer transformar o campo num tabuleiro de xadrez, com times brancos enfrentando times de uma só cor, numa afronta ao azul e branco da França e ao amarelo e azul do Brasil.

Chegara, enfim, a hora da verdade. Dias antes, a Espanha havia derrotado a França, e a Argentina superara a Inglaterra. Agora, tarde em New Jersey, noite de Lisboa e madrugada em Tóquio, multidões se assentavam nas arquibancadas e diante da TV para testemunhar o último combate.

Quer receber notícias do PÚBLICO Brasil pelo WhatsApp? Clique aqui.

Mas qual não foi........

© PÚBLICO