O acordo com o Mercosul também exige reformas |
Com o mundo em transformação e as tarifas de Trump, é óbvio que a Europa tinha e tem de se abrir ao resto do mundo. A Europa trocou agricultura pela indústria e os regulamentos europeus pela produção livre agrícola (mas apenas na América Latina). Há reformas a fazer e perdas. E temos de falar nisso.
O acordo reduz de forma significativa as tarifas aduaneiras, facilita o comércio de bens e serviços, promove o investimento e reforça a cooperação. Indo às bases das regras da economia internacional, os países ou zonas reforçarão as suas vantagens.
O acordo Mercosul-UE não é para já, apesar de as negociações terem demorado 25 anos, criando a maior zona de livre comércio, acrescentando-lhe mais de 700 milhões de pessoas, num claro movimento de abertura que contrasta com o ambiente económico global atual. Pouco tempo depois, por uma escassa maioria de dez votos (e 11 abstenções e ausências), o Parlamento Europeu suspendeu o acordo, para envio para análise pelo Tribunal de Justiça da União Europeia. Em cima destes novos........