Nunca tantos torceram tanto por tão poucochinho
Foi o tema incontornável do último domingo. Lamento, mas não há como fugir ao assunto, por muito entediante que seja. Portanto, vamos mesmo ter de analisar a performance do cantor Bad Bunny no intervalo do chamado Super Bowl, que é como quem diz a Super Tigela lá do futebol americano.
Bom, desde já, quem é Bad Bunny? Para mim, Bad Bunny é tão só o mais famoso Bunny, logo após o Bugs Bunny, o Easter Bunny, o Duracell Bunny, todas as Playboy bunnies nas quais, por acidente, já coloquei a vista, e qualquer outro Bunny que me esteja a escapar e que só por isso não coloco à frente do Bad Bunny. Além disto, tudo o que conheço deste artista é aquele que parece ser o seu grande êxito: dizer pessimamente do Trump.
E imagino que por isso — mas mais ainda pelos dotes vocais e soberba poesia das letras —, Bad Bunny seja um predilecto da generalidade da comunicação social, usufruindo de uma popularidade quase tão incompreensível como o lamentável calção corsário para homem. Que, aposto, Bad Bunny usará, com aquela prosápia como quem diz “Hã, quem é o maior, a exibir esta peça de vestuário que não é um........
