Em Munique, não houve mãe para o Marco |
Parece que, enfim, as tempestades acabaram. Não sem antes deixarem uma cerejinha de frustração no topo do bolo de destruição que assolou o país: tendo sido cancelado o Carnaval de Torres Vedras, onde é que as matrafonas darão azo ao travestismo? Se a resposta puder não ser “um pouco por todo o país, durante o resto do ano”, creio que o público em geral agradece.
Agora, é como diz o ditado, depois da tempestade vem a lembrança da herança socialista. Da responsabilidade de António Costa no desastre que é o SIRESP, passando pela responsabilidade de António Costa nos falhanços da Protecção Civil, até à responsabilidade de António Costa no cancelamento da construção da barragem de Girabolhos — que amenizaria as cheias no Mondego — durante o governo da geringonça, penso estarmos em condições de, enfim, adoptarmos a nova versão do clássico mantra colado, com péssimo cuspo, a Passos Coelho: “A culpa é do Costa”.
Quer dizer, poderei estar a ser um pouco........