Uma espécie de "trend"

Lá dizia o Pinheiro de Azevedo que não gostava de ser sequestrado. Pois eu também não. O que neste caso se aplica ao meu voto ou à minha decisão eleitoral. Não é difícil de perceber que, tendo sido Presidente da Causa Real, o que assistimos é a prova do que sempre defendi, a da não imparcialidade de um Chefe de Estado em República com os efeitos futuros subsequentes. O que dos dois candidatos for eleito representará sempre, e extremada desta vez, uma facção contra a outra. Mas nem é ai que quero ir e não, o ir à urna e escrever “viva o rei” não resolve coisa nenhuma. Se bem que se isso descansa alguns ou se é o momento revolucionário do ano, força. Só que o “estado de sítio ” em que este mundo se encontra exige que........

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