´Morrer sem preocupações, na morgue ilegal ou com dívidas?
Na franca realidade, não há ninguém, não há um artigo ou outro género informativo decente que explique, na plena verdade e com antecipação devida, como se ‘deve’ morrer de forma digna. Sem jargões. Evita-se o tema, eu evito o tema, até hoje. Com a revogação da mais recente legislação (abril) sobre o apoio subsidiário a funerais, temos algo mais a dizer e é positivo. O governo adiantou-se com esta nova lei que protege, na morte, crianças (que nunca puderam contribuir para a Segurança Social, pois claro) e pessoas que, por patologias incapacitantes não puderam trabalhar durante a vida (e mesmo outras pessoas que não têm contribuições suficientes, mesmo que sem atestado multiusos). Ou seja, passam a receber mais apoio (significativamente cerca de mais 1000 euros face ao que recebiam anteriormente, o que é mais que justo) para serem as famílias (diretas) reembolsadas no ato de contratação dos serviços fúnebres. Mas, as coisas não são assim tão simples, vamos entrar no âmago da alma que esta não morre, só o corpo.
Antes de a última hora de sopro chegar, consta uma preocupação como uma nuvem angélica a pairar sobre todo o humano que é por ele evitada de uma forma quase interdita: o........
