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Um Partido que opta por ser transparente deixa de existir

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28.01.2026

Num tempo em que a política exige decisões, em que o confronto se impõe sobre o conforto do egoísmo individual, a única coisa que a direcção do CDS tem para dizer é que será neutra e indiferente à eleição do próximo Presidente da República.

O momento não recomenda fugas, aconselha afirmação, O CDS deveria ter colocado aos candidatos as perguntas que definem fronteiras e, em função das respostas, decidir.

O tempo que vivemos não admite tibiezas e castiga severamente a falta de coragem. Há perguntas que ninguém fez aos candidatos, mas são diferenciadoras, o CDS podia e deveria tê-las feito, nomeadamente:

Muitas mais perguntas poderiam ser feitas, mas o CDS não fez nenhuma. Apenas disse que não apoia socialistas ou populistas. Acontece........

© Observador