Um Partido que opta por ser transparente deixa de existir
Num tempo em que a política exige decisões, em que o confronto se impõe sobre o conforto do egoísmo individual, a única coisa que a direcção do CDS tem para dizer é que será neutra e indiferente à eleição do próximo Presidente da República.
O momento não recomenda fugas, aconselha afirmação, O CDS deveria ter colocado aos candidatos as perguntas que definem fronteiras e, em função das respostas, decidir.
O tempo que vivemos não admite tibiezas e castiga severamente a falta de coragem. Há perguntas que ninguém fez aos candidatos, mas são diferenciadoras, o CDS podia e deveria tê-las feito, nomeadamente:
Muitas mais perguntas poderiam ser feitas, mas o CDS não fez nenhuma. Apenas disse que não apoia socialistas ou populistas. Acontece........
