O dia seguinte às presidenciais

Luís Montenegro chamou “populista juvenil” a André Ventura e “populista militarizado” a Henrique Gouveia e Melo. Pediu ativamente para que os eleitores da AD não votassem em António José Seguro e João Cotrim Figueiredo. Hugo Soares, o verdadeiro número dois do PSD, disse de António José Seguro que “foi o candidato do PS porque não havia mais nenhum”. Sugeriu que Cotrim andava a “brincar” às eleições. Também alegou que o almirante é uma “desilusão”, incapaz de afirmar “uma ideia”, mas especializado em lançar “lama para toda a gente”.

Paulo Rangel disse que João Cotrim Figueiredo não passa de uma “aventura liberal” e que Seguro e Gouveia Melo representavam um “voto em branco” porque ninguém sabe o que verdadeiramente pensam. Gonçalo Matias, ministro Adjunto e da Reforma do Estado, referiu-se indiferenciadamente aos adversários de Luís Marques Mendes como candidatos a um mero “estágio” no Palácio de Belém.

Manuel Castro Almeida, ministro Adjunto e da Coesão Territorial, fez algo de semelhante e falou nos rivais do social-democratas como “vedetas” e candidatos do “experimentalismo”. Miguel Pinto Luz, ministro das Infraestruturas e da Habitação, disse que todos os outros que não Mendes significam........

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