Activismo Trans prejudica direitos dos gays e das mulheres |
Não sei se algum dia, neste país, teremos uma comunicação social livre para investigar e publicar o que as associações LGBTQIA , altamente financiadas e protegidas pelo governo, andam a fazer junto de instituições públicas – escolas, hospitais, centros de saúde, bibliotecas, e até nas grandes empresas – mas, sempre que leio notícias como a que aqui partilho a esperança de um futuro livre da imposição da ideologia de género aos mais novinhos renova-se.
A notícia de dia 9 de Dezembro de 2025, vem da Austrália e denuncia que a ACON (antigo AIDS Council of NSW), um grupo lobista outrora dedicado ao combate à SIDA – que agora se identifica como “uma organização comunitária extremamente orgulhosa” – se transformou numa máquina de activismo transgénero que está a impor uma ideologia radical em instituições públicas e privadas, gerando conflitos de interesses, erosão dos espaços femininos e até uma forma velada de homofobia.
Críticos, incluindo activistas gays e lésbicos, acusam a organização de sequestrar o movimento do “Orgulho” (LGBTQ ) para promover mudanças sociais que priorizam a autodeterminação de género sobre o sexo biológico, com consequências prejudiciais para mulheres, crianças e comunidades homossexuais.
Fundada na década de 1980, para apoiar homens gays durante a crise da SIDA, a ACON perdeu a sua missão original com a queda drástica das infecções por HIV – apenas 230 novos casos em 2023 – graças aos novos tratamentos. Em vez de se adaptar, a organização liderada por figuras como Teddy Cook, um activista........