"Estamos Todos a Improvisar": Perigos das Práticas da WPATH

Com base em vídeos internos exclusivos obtidos por The Free Press a partir de conferências fechadas da WPATH (Associação Mundial de Profissionais para a Saúde Transgénero), fomos confrontados com uma realidade alarmante: médicos e especialistas em medicina de género admitem, em particular, realizar intervenções experimentais, sem base científica sólida, em jovens vulneráveis — incluindo crianças e adolescentes — muitas vezes orgulhando-se de “improvisar” para atender a desejos estéticos ou identitários, mesmo que isso implique riscos graves como infertilidade permanente, perda de função sexual e arrependimento futuro.

Um dos casos mais chocantes é o de Sky, um jovem de 18 anos recém-saído do ensino secundário, descrito pela assistente social Amy Penkin, do Programa de Saúde Transgénero da Oregon Health & Science University (OHSU). Sky, que se declarava assexual e sem qualquer desejo sexual futuro, queria uma cirurgia de “nulificação” genital — remoção completa dos genitais externos para se parecer “com uma Barbie lá em baixo”, eliminando toda a sensação erógena.

Penkin destacou que pedidos por procedimentos “não binários”, como nulificação ou vaginoplastia com preservação peniana, estão a aumentar, especialmente entre jovens. No entanto, os padrões existentes não os cobrem adequadamente, forçando os profissionais a “dar um passo adiante” e evoluir além das evidências científicas para satisfazer os pacientes.

A psicóloga Mair Marsiglio, colega de Penkin, reforçou essa abordagem ao defender que o papel do profissional de saúde mental deve ser de “colaborador”, não de “controlador”. Isso significa não excluir pacientes com graves problemas mentais — como transtorno de personalidade múltipla ou psicose — de cirurgias de redesignação sexual, mesmo que a equipa se sinta desconfortável. Para Marsiglio, o foco é ajudar o paciente a “navegar pelo sistema” para obter procedimentos arriscados ou inéditos. No caso de Sky, bastaram duas rápidas cartas de apoio de saúde mental para aprovar a........

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